segunda-feira, 17 de junho de 2013

Escuridão : Sangue Venoso


Alguns devem estar cansados de Histórias de Lobisomens. E a ironia vem seguida de muita lenda e surtos psicológicos de pessoas idosas, influenciando os jovens na sua mártires história pra BOI DORMIR. E se tudo o que eles falassem não fosse mentira? E se o lobisomem se transformasse quando bem quisesse, o homem dominando a fera dentro de si. O homem conduzindo seu próprio demônio. Não há escapatória pra se quebrar um pacto de muitos e muitos anos. Cada tribo com sua cultura, enfatizando o seu Próprio diabo. Para alguns uma maldição, para outros, uma benção. Saber controlar seu instinto animal  não está nos planos de Isobel. A linhagem de sua maldição, vindo com a licantropia faz com que ela cruze caminhos inimagináveis. Ela não mede esforços pra conseguir o que quer. A guerra entre a escolha dos ALFAS está maior do que se pode imaginar. Eles estão chegando pra rasgar sua pele e rastejá-las em mortalhas pelas páginas do livro ESCURIDÃO: SANGUE VENOSO. Venha sentir a fragrância desse mal de perto... Nem mesmo seu Sangue Venoso vai ser capaz de te transmitir oxigênio necessário pra enfrentar os KLATOS e SIENAS. 

sábado, 19 de janeiro de 2013





A conquista

Lágrimas do sol da meia-noite,
Pingam no berço sereno e negro
Cada gota orvalha as rosas rubras,
De sangue que os banham amargamente.
Num termo sem fim, o infinito ao fim
O negror da manhã aos poucos esmaecendo,
E os filhos de uma geração revivendo
Ninguém conseguindo enxergar nada naquele negrume.
Lamenta os servos da escuridão, sol da meia-noite...
Tão denso, mas com lágrimas
 que suicida os olhos da luz pálida de mármore
De um corpo lascivo, de um guerreiro
 que toma em nuvens os pés
Com o cálice de sangue de uma conquista assaz sanguinária...
Revela por baixo do sudário as mãos de círio que na luz do luar
Tapa o frenesi... E numa nênia conquista seus admiradores...
Doce, tão doce... As lágrimas do sol da meia-noite
 cobrem o espinho
Aveludado de um cadáver que o espírito penado sonha de
 Reencarnar-se...
Mútuo de dor, com lagrimas de sangue, se suor escorre entorpecendo o NOTURNO
Passando a seus olhos o sangue, suor e veneno
Do sol da meia-noite, despindo-se em trevas!

SANIEL LOURENÇO DA SILVA